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Sindicato denuncia descaso da Superintendência do BB em RO

Sindicato denuncia descaso da Superintendência do BB em RO sobre a reestruturação que vai prejudicar ainda mais o atendimento ao público

Publicado: 15 Janeiro, 2021 - 11h49

Escrito por: Assessoria SEEB-RO

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O Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO) enviou ofício à Superintendência do Banco do Brasil no Estado na manhã de ontem, quarta-feira (13/11), solicitando informações a respeito dos impactos que serão gerados no Estado com mais uma profunda reestruturação, anunciada na segunda-feira (11), pelo vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do BB, Carlos José da Costa André, em matéria do jornal Correio Braziliense.

No entanto, até o momento a superintendência não prestou qualquer informação, mesmo quatro dias após o anúncio oficial da reestruturação, formada por dois programas de demissão voluntária – com meta de extinguir, pelo menos, cinco mil empregos – além do fechamento de centenas de agências e postos de atendimento ao público ainda neste primeiro semestre de 2021.

No documento enviado à superintendência do BB em Rondônia, o Sindicato questiona, entre outras coisas, se haverá, de fato:

 

  1. a) Fechamento de agências

 

  1. b) Quais agências serão transformadas em Postos de Atendimento (PA’s), quais serão transformadas em lojas BB (sem guichês de caixa)?

 

  1. c) Qual a atual dotação de empregados no Estado e como ficará a dotação em cada agência?

 

  1. d) E se haverá descomissionamento de empregados?

 

  1. e) Quais agências terão os caixas extintos e onde serão realocados os caixas atuais?

 

“Estamos preocupados com mais essa medida extrema tomada pela administração do BB, pois ela vai afetar diretamente a vida de centenas de funcionários no Estado, impactando na qualidade do atendimento ao público nas agências que, por sua vez, há anos padecem com a falta de funcionários e os claros que jamais são preenchidos. Em vez de contratar mais, o Banco do Brasil quer é reduzir o número de funcionários e fechar agências, prejudicando toda a população que precisa da presença e dos serviços deste importante banco público. E essa demora em fornecer estes esclarecimentos representa, sobretudo, um desrespeito com esta entidade sindical que representa estes pais e mães de famílias que terão suas vidas afetadas negativamente com mais essa iniciativa súbita e danosa da instituição financeira”, avalia José Pinheiro, presidente do Sindicato.