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2 DE OUTUBRO - RONDÔNIA COBRA O IMPEACHMENT DE BOLSONARO

2 DE OUTUBRO - RONDÔNIA COBRA O IMPEACHMENT DE BOLSONARO

Publicado: 02 Outubro, 2021 - 20h46 | Última modificação: 02 Outubro, 2021 - 21h03

Escrito por: Assessoria CUT

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Novamente a população de Rondônia vai às ruas em defesa da democracia por emprego e renda, contra a alta dos preços da gasolina, da luz e dos alimentos, contra a miséria e a fome. Em todo Brasil o grito foi um só  #forabolsonaro!

 

Organizado pela CUT e demais centrais sindicais, movimentos populares que integram a Frente Brasil Popular, o ato teve a adesão de partidos políticos de diferentes matizes.

Em Rondônia, os atos ocorreram em Ji-Paraná na Av. Brasil, Ouro Preto do Oeste no Espaço Verde do SINTERO e em Porto Velho na Praça das 3 Caixas D'Água. Os atos deste sábado também anunciaram uma nova agenda de manifestações para o dia 15 de novembro outro dia de protestos em defesa da vida dos trabalhadores e trabalhadoras e contra o Governo Bolsonaro.

 

Para a estudante Olívia, Bolsonaro representa retrocesso e a continuidade de seu Goveno é capaz de piorar a situação que o país se encontra.   Em relação à juventude Olívia afirma que embora muitos pensem que “as manifestações não vão dar em nada, devemos estar nas ruas sempre ... a relação do governo com as políticas públicas para a juventude é tremendamente horrível, ele não quer que a gente evolua”.

 

Para Elzilene, presidente da CUT/RO, hoje é dia de ir às ruas cobrar dignidade para a população, precisamos de um preço justo para o gás, gasolina e alimentos. Todas e todos que estão se manifestando representa “ a indignação e um povo que sofre com a inconsequência de um governo que é contra os interesses da sociedade” concluiu a dirigente.

A CUT cobra providência contra o elevado nível de desemprego e reivindica programas de geração e proteção dos empregos, evitando ainda mais demissões. Da mesma forma, a central também denunciou os constantes ataques aos serviços públicos que visam privatizar serviços essenciais ao povo brasileiro em detrimento dos mais pobres que são os mais necessitam desses atendimentos.